Proposta de pré-projeto de dimensionamento de aterro sanitário para o município de Esperantinópolis – MA / Proposal of a pre project dimension of landfill to the county of Esperantinópolis – MA

Francisco Leonardo Freitas Monteiro Viana, Danielle Cristina dos Santos Lisboa, Lucas Nadler Rocha, Alberto Nunes Rangel, Claudemir Gomes de Santana, Renata Medeiros Lobo Muller

Abstract


A forma como a maioria dos municípios brasileiros descarta os resíduos sólidos urbanos é um problema que causa sérios danos ambientais e consequentemente sociais ocasionando enchentes em épocas de grande volume de chuvas e consequentemente a disseminação de diversas doenças. O lixão é uma das formas predominantes, porém os aterros sanitários configuram-se como uma solução mais viável para essa realidade, pois é caracterizado por ser uma forma de disposição final que se baseia em princípios de engenharia para ser projetado, operado e encerrado. O presente trabalho faz uma análise da situação do gerenciamento dos resíduos sólidos urbano do município de Esperantinópolis – MA onde foram obtidas as informações do município quanto à geração per capita de resíduos sólidos, à taxa de cobertura, à quantidade de habitantes e ao comportamento dos mesmos nos últimos anos, além de como é realizada a coleta de lixo na cidade. Após a análise desses dados, constatou-se a necessidade da construção de um aterro sanitário no qual foi proposto um pré-projeto para sua implantação.


Keywords


Resíduos Sólidos Urbanos. Disposição final. Aterro Sanitário.

References


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6484:2001 - Solo - Sondagens de simples reconhecimento com SPT - Método de ensaio. Rio de Janeiro, 2001.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13896:1997- Aterros de resíduos não perigosos - Critérios para projeto, implantação e operação. Rio de Janeiro, 1997.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15849:2010 - Resíduos sólidos urbanos – Aterros sanitários de pequeno porte – Diretrizes para localização, projeto, implantação, operação e encerramento. Rio de Janeiro, 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.NBR 15849:2010 - Resíduos sólidos urbanos – Aterros sanitários de pequeno porte – Diretrizes para localização, projeto, implantação, operação e encerramento. Rio de Janeiro, 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8036:1983 Programação de sondagens simples reconhecimento dos solos para fundações de edifícios. Rio de Janeiro, 1983.

ABRELPE. Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais. Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil. 2018. Disponível em: Acesso em: 10 Mar. 2019.

BRASIL. Lei Nº 12.305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2010. Disponível em: . Acesso em: 10 abr. 2019.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Regional. Secretaria Nacional de Saneamento – SNS. Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento: Diagnóstico do Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos – 2017. – Brasília: MDR.SNS, 2019.

BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA. Resolução Nº 430 de 13 de maio de 2011. Dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2011.

BENINI, Sandra Medina. Infraestrutura verde como prática sustentável para subsidiar a elaboração de planos de drenagem urbana: estudo de caso da cidade de Tupã/SP. Dissertação (Doutorado na Área de Produção do Espaço Geográfico). Faculdade de Ciências e Tecnologia de Presidente Prudente, Presidente Prudente, 2015.

BORTOLAZZO, William Martins. Estimativa da produção de percolados no aterro sanitário de nova Iguaçu com a aplicação de modelos computacionais. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2010.

CARVALHO, Katia Maria Souza de. Proposta de pré-projeto para construção de um aterro sanitário para o município de Viana (MA). Trabalho de conclusão de curso, Centro Universitário Unidade de Ensino Superior Dom Bosco, 2016.

ELK, A.P. V. Redução de emissões na disposição final. Coordenação de Karin Segala – Rio de Janeiro: IBAM, 2007. 40 p. (Mecanismo de desenvolvimento limpo aplicados resíduos sólidos 3)

RECESA. Resíduos sólidos: projeto, operação e monitoramento de aterros sanitários: guia do profissional em treinamento: nível 2 / Ministério das Cidades. Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (org.). – Belo Horizonte: ReCESA, 2008. 120 p.

REICHERT, G. A. Projeto, Operação e Monitoramento de Aterros Sanitários: Manual 2007. 117 p. Disponível em: . Acesso em: 11 mai. 2018

SÃO PAULO (Estado). Decreto nᵒ 8.468. de 8 de setembro de 1976. Aprova o Regulamento da Lei n.° 997, de 31 de maio de 1976, que dispõe sobre a prevenção e o controle da poluição do meio ambiente. Diário Oficial do estado de São Paulo. São Paulo, SP, 1976. Disponível em: . Acesso em: 29 abr. 2019.

SILVA, Karine Trajano. Projeto de um Aterro Sanitário de Pequeno Porte. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Federal do Rio de Janeiro -UFRJ/ Escola Politécnica, 2016, 81 p.

SOARES, Erika Leite de Souza Ferreira. Estudo da Caracterização Gravimétrica e Poder Calorífico dos Resíduos Sólidos Urbanos. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2011, 189p.

TAMIOZO, M.H. Coleta seletiva: análise dos sistemas porta a porta e p.e.v. um estudo de caso nos municípios de Londrina e Caxias do sul. Trabalho de conclusão de curso. Universidade Tecnológica Federal do Paraná,2015.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Esperantinópolis. 2019.Disponivel em:https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ma/esperantinopolis/panorama. Acesso em 03 de abril de 2019.

LIMA, V.C. G.R. Análise Experimental e numérica de trincheiras de infiltração em meio não saturado. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo,2009.

VILHENA, André. Guia da coleta seletiva de lixo. 2. ed. São Paulo: CEMPRE - Compromisso Empresarial para Reciclagem, 2014.

VILHENA, A. (Coord.). Lixo municipal: manual de gerenciamento integrado. 4. ed. São Paulo: CEMPRE, 2018. 316 p.




DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n3-156

Refbacks

  • There are currently no refbacks.