Mulheres em cargos de liderança: possíveis facilidades e dificuldades no ambiente corporativo do Banco do Estado do Rio Grande do Sul - Banrisul / Mulheres em cargos de liderança: possíveis facilidades e dificuldades no ambiente corporativo do Banco do Estado do Rio Grande do Sul - Banrisul

Elizandra da Silva, Sandra Yvonne Spiendler Rodriguez

Abstract


Com o objetivo de mapear as dificuldades e facilidades encontradas nos cargos que envolvem liderança feminina, o presente estudo salienta dados das entrevistas aplicadas em cinco líderes, gestoras de equipes no Banrisul – Banco do Estado do Rio Grande do Sul. Para alicerçar o trabalho, é feita pesquisa bibliográfica em artigos, revistas e livros com publicações recentes, dada a contemporaneidade do conteúdo estudado. A coleta dos dados é através de metodologia qualitativa e roteiro semiestruturado, contendo oito perguntas de dados sociodemográficos e nove questões que visam elencar as reais dificuldades e facilidades encontradas pelas mulheres nos postos de liderança ocupados. Após a análise das entrevistas transcritas, há identificação das categorias e subcategorias de análise, a partir da seleção de trechos que contenham assuntos relevantes ao estudo. No desenvolvimento do estudo, apresenta-se uma analogia dos principais pontos relatados pelas gestoras com os dados bibliográficos. As conclusões finais são feitas a partir dos trechos destacados pelas líderes estudadas, e são salientados os principais obstáculos e oportunidades encontradas por essas gestoras.


Keywords


Liderança feminina, Mercado de trabalho, Dificuldades e facilidades em cargos de liderança, Gênero.

References


Almeida, J. S. (2000). As lutas femininas por educação, igualdade e cidadania. Revista brasileira de estudos pedagógicos, 81(197), 5-13.

Barbosa, P. Z., & Rocha-Coutinho, M. L. (2007). Maternidade: novas possibilidades, antigas visões. Psicologia Clínica, 19(1), 163-185.

Bardin. L. (1977). Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70.

Barros, A. M. (2006). Cidadania, relações de gênero e relações de trabalho. Revista Direito do Trabalho, 32.

Barsh, J., & Yee, L. (2012). Unlocking the full potential of women at work. McKinsey & Company/Wall Street Journal

Beltrão, K. I. (2002). Acesso à educação: diferenciais entre os sexos.

Beltrão, K. I., & Alves, J. E. D. (2004). A reversão do hiato de gênero na educação brasileira no século XX. Encontro Nacional de Estudos Populacionais, 14.

Beltrão, K. I., & Alves, J. E. D. (2016). A reversão do hiato de gênero na educação brasileirano século XX. Anais, 1-24.

Bergue, S. T. (2010). Gestão de pessoas em organizações públicas. Caxias do Sul, RS: Educs.

CEPAL. (2014). Recuperado de: https://www.cepal.org/mujer/direccion/acercade.asp.

Duarte, A., D Oliveira, T., & Gomes, J. (2009). Imperium femininis: Uma liderança de sucesso escondido. Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, 8(3), 12-2.

Ely, R., Ibarra, H., & Kolb, D. (2013). Mulheres em ascensão: barreiras invisíveis.

Harvard Bussiness Review, 91(9), 43 – 49.

Fiorin, P. C., & P. N. D., & Dias, A. C. G. (2012). Reflexões sobre a mulher contemporânea e a educação dos filhos. Revista Sociais e Humanas, 24(2)121-132.

Grapeia, L. (2014). O que é coaching? Recuperado de: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/o-que-e-coaching/32458/.

Grzybovski, D., Boscarin, R., & Migott, A. M. B. (2002). Estilo feminino de gestão em empresas familiares gaúchas. Revista de administração Contemporânea, 6(2), 185- 207.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2010). Recuperado de: https://censo2010.ibge.gov.br/ Acesso em 09 nov. 2014.

Kanan, L. A. (2010). Poder e liderança de mulheres nas organizações de trabalho. Revista Organizações & Sociedade,17(53), 243-257.

Macambira, J. O. (2013). Percepções da liderança feminina por parte dos funcionários em um órgão público. Recuperado de: http://www.repositorio.uniceub.br/handle/235/4991.

Mello, J. M. (2011). Igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho ainda é utopia. Revista Ártemis, (12).

Morais, G. N., Melo, L. E., Lima, J. O., Batista, C. A., & Viana, K. (2011).Liderança Feminina: um olhar diferenciado das organizações autoras. Recuperado de::http://www.ead.fea.usp.br/semead/10semead/sistema/resultado/trabalhospdf/380.p df.

Morgan, G.(2011). Imagens da organização. São Paulo: Atlas.

PNUD. (2013). Relatório do Desenvolvimento Humano. Recuperado de: http://www.un.cv/files/HDR2013%20Report%20Portuguese.pdf.

PNUD. (2010). Relatório de Desenvolvimento Humano. Recuperado de: http://www.pnud.org.br/HDR/Relatorios-Desenvolvimento-Humano- Globais.aspx?indiceAccordion=2&li=li_RDHGlobais.

Probst, E. R.(2005). A evolução do trabalho da mulher no mercado de trabalho.

Recuperado de: http://www.icpg.com.br/artigos/rev02-05.pdf.

Robbins, S.P., Judge A.T., & Sobral, F. (2011). Comportamento organizacional (14end ed.). São Paulo: Ed. Pearson Prentice Hall.

Rossetti, A., Pacheco, A. P. R., Salles, B. Garcia, M., & Santos, N. (2008). A organização baseada no conhecimento: novas estruturas, estratégias e redes de

relacionamento. Ciência da Informação, 37(1), 61-

https://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652008000100006.

Santos, J. C. S. D., & Antunes, E. D. D. (2013). Relações de gêneros e liderança nas organizações: rumo a um estilo andrógino de gestão. Gestão Contemporânea, 10(14), 35-60.

Scardueli, M. C. N. (2006). A representação da Delegacia da Mulher para policiais civis da 19ª região policial catarinense. Dissertação (Mestrado em Ciências da Linguagem)

– Universidade do Sul de Santa Catarina, Tubarão.

Scardueli, M. C. N., & Santos, D. C. (2014). A construção linguística do poder feminino em textos bíblicos: análise das ações de Débora e Jezabel. Ciências & Letras, (54).

Silva, M. P., & Inácio Filho, G.(2007). Mulher e Educação Católica no Brasil (1889- 1930): do lar para a escola ou a escola do Lar? Recuperado de: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/revista/revis/revis15/art14_15.pdf.

Spindola, T., & Santos, R. da S. (2003). Mulher e trabalho: a história de vida de mães trabalhadoras de enfermagem. Revista Latino-Americana de Enfermagem,11(5), 593- 600.

Zenger, J. H., Folkman, J. R., & Edinger, S. K. (2011). Making yourself indispensable. Harvard Business Review, 89(10), 84-92.




DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n3-109

Refbacks

  • There are currently no refbacks.