Saúde do homem: dificuldades encontradas pela população masculina para ter acesso aos serviços da unidade de saúde da família (USF) / Health of man: difficulties found by male population to access family health services (USF)

Angélica Silva e Silva, Michael Gabriel Agustinho Barbosa, Anderson Alves da Rocha, Thays Wany Silva Carvalho, Severina Rodrigues de Oliveira Lins, Ana Paula Barbosa Souza

Abstract


O homem possui recursos característicos que levam a uma decadência do seu autocuidado e a falta de interesse para cuidar da sua saúde desde o início dos tempos, tais como: seu vigor, sua masculinidade, seu trabalho e não é considerado um fragmento, bem como executar um chefia da família. De acordo com o Ministério da Saúde (MS), no ano de 2005, 68% da mortalidade está concentrada neste público. Diante dessa situação foi anunciada, em 2008, uma Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH). Reduzir a demanda de poucos pacientes por empreendimentos de serviços primários.Nesse contexto, objetiva-se com esta pesquisa verificar quais são as dificuldades que impedem os homens de procurarem assistência nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), usar como método de pesquisa quantitativa do tipo descritivo, executar com homens que usam como auxiliar de limpeza no Centro Universitário na cidade de Caruaru-PE. Os dados foram coletados por meio de questionário autoaplicável com perguntas objetivas. Uma pesquisa foi realizada durante o primeiro semestre de 2016. Foram entrevistados 19 homens na faixa etária entre 18 e 50 anos, onde a maioria das gravações não foram tratadas pela saúde na UBS, mesmo conhecendo os serviços prestados. Entre os motivos citados pelos entrevistados destacados: o homem não adora receber e vergonha de exportar.Contudo, foi possível constatar que a população masculina ainda enfrenta diversos obstáculos durante uma busca por cuidados de saúde, capaz de distanciar a atenção primária. Os dados foram coletados por meio de questionário autoaplicável com perguntas objetivas. Uma pesquisa foi realizada durante o primeiro semestre de 2016. Foram entrevistados 19 homens na faixa etária entre 18 e 50 anos, onde a maioria das gravações não foram tratadas pela saúde na UBS, mesmo conhecendo os serviços prestados. Entre os motivos citados pelos entrevistados destacados-se: homem não adora receber e vergonha de se exportar. Contudo, foi possível constatar que a população masculina ainda enfrenta diversos obstáculos durante uma busca por cuidados de saúde, capaz de distanciar a atenção primária. Os dados foram coletados por meio de questionário autoaplicável com perguntas objetivas. Uma pesquisa foi realizada durante o primeiro semestre de 2016. Foram entrevistados 19 homens na faixa etária entre 18 e 50 anos, onde a maioria das gravações não foram tratadas pela saúde na UBS, mesmo conhecendo os serviços prestados. Entre os motivos citados pelos entrevistados destacados-se: homem não adora receber e vergonha de se exportar. Contudo, foi possível constatar que a população masculina ainda enfrenta diversos obstáculos durante uma busca por cuidados de saúde, capaz de distanciar a atenção primária. Entre os motivos citados pelos entrevistados destacados-se: homem não adora receber e vergonha de se exportar. Contudo, foi possível constatar que a população masculina ainda enfrenta diversos obstáculos durante uma busca por cuidados de saúde, capaz de distanciar a atenção primária. Entre os motivos citados pelos entrevistados destacados: o homem não adora receber e vergonha de exportar. Contudo, foi possível constatar que a população masculina ainda enfrenta diversos obstáculos durante uma busca por cuidados de saúde, capaz de distanciar a atenção primária.


Keywords


Homem, Saúde pública, Cuidado.

References


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DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv3n2-055

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