The silent spring of Rio Doce: exploratory study of environmental disaster caused by mining Samarco / A primavera silenciosa do Rio Doce: estudo exploratório de desastres ambientais causados pela mineração Samarco

Francisco Santana de Sousa, Edna de Souza Machado Santos, Giovanni Giovanni, Sandra Regina Silva dos Santos Souza, Otacílio de Morais Souza

Resumo


The biggest environmental tragedy in Brazil occurred in the spring of 2015. At this time of year, the Fundão dam was breached in Mariana, Minas Gerais, which is the reservoir of mining tailings by Samarco, a subsidiary of Vale do Rio Doce. The problem discussed in this paper was the lack of the usual method of forecasting environmental risks in conjunction with the environmental audit required by ISO 14001. As for the objectives it is a qualitative analysis and as for the procedures, it was an exploratory and documentary work. The results of this work suggest that the cause of the Samarco mining environmental disaster was the lack of use of usual methodologies in companies with activities that may generate environmental risks, such as Samarco. The appropriate methodology would be PDCA in conjunction with environmental auditing.


Palavras-chave


Samarco, Mining Company, Rio Doce, ISO 14001, PDCA

Texto completo:

PDF

Referências


AGRA FILHO, S. S. Planejamento e gestão ambiental no Brasil: os instrumentos da política nacional de meio ambiente. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2014.

BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. 2a ed. São Paulo: Pearson, 2015.

CALIJURI, M. C.; CUNHA, D. G. F. (Org.). Engenharia ambiental: conceitos, tecnologia e gestão. Rio de Janeiro: Campus, 2013.

CARDOSO, A. S. et al. Metodologia para a classificação de aspectos e riscos ambientais conforme NBR ISO 14001. In: Encontro de Engenharia da Produção, 24, 2004, Florianópolis. Anais ... Florianópolis, 2004.

CARSON, R. Primavera silenciosa. São Paulo: Gaia, 2010.

DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

ELKINGTON, J. Canibais com garfo e faca. São Paulo: Brooks, 2012.

FANTINATTI, P. A. P. et al. (Coord.). Indicadores de sustentabilidade em engenharia. In: SILVA, L. P.; NEFFA, E. Engenharia e educação ambiental. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2015.

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP. ISO 14001. São Paulo: Departamento de Meio Ambiente, 2015.

FONSECA, A. V. M.; MIYAKE, D. I. Uma análise sobre o Ciclo PDCA como um método para solução de problemas de qualidade. Disponível em: . Acesso em: 20jul. 2016.

FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

GOMES, S. M. S.; GARCIA, C. O. (Org.). Controladoria ambiental: gestão social, análise e controle. In: SOUZA, R. S. Gestão de riscos ambientais. São Paulo: Atlas, 2013.

INSTITUTO BRASILEIRO DE MINERAÇÃO. Inventário do Gases de Efeito Estufa do setor de Mineração. Brasília: IBRAM, 2015.

INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION -ISO. ISO 14001:2015: environmental management systems: requirements with guidance for use.

Disponível em:. Acesso em 20 jul. 2015.

KERLINGER, F. N. Metodologia da pesquisa em ciências sociais. São Paulo: EPU, 1979.

LA ROVERE, E. L. Manual de auditoria ambiental. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.

LIMA, G. B. A.; FRANÇA, S. L. B. Normatização ambiental no contexto da ISSO 14001. In: ADISSI, P. J. et al. (Org.). Gestão ambiental de unidades produtivas. Rio de Janeiro:Campus, 2013.

QUEIROZ, A. P. et al. Dano Ambiental. In: BRAGA, C. (Org.). Contabilidade Ambiental. São Paulo: Atlas, 2010.

MARIOTTI, H. Complexidade e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2013.

OLIVEIRA, C. V.; ALBUQUERQUE, J. L. Auditoria Ambiental. In: ALBUQUERQUE, J.L. (Org.). Gestão ambiental e responsabilidade social: conceitos, ferramentas e aplicações.São Paulo: Atlas, 2009.

RUIZ, J. A. Metodologia científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1996.

SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

SEBRAE - PROGRAMA MTL. Formação de multiplicadores para a atuação no trabalho local. Disponível em < http://www.rh.pro.br/imag_up/RevoluçãoIndustrial.pdf>. Acesso em:

de jul. 2016.

SILVEIRA, T. S.; CÓRDOVA, F.P. A pesquisa científica. In: GERHARDT, T. E.;

SILVEIRA, D. T. (Org.). Método de pesquisa. Porto Alegre: UFRS, 2009.

SMITH, A. A riqueza das nações. São Paulo: Zahar, 1999.

SOUSA, F. S. et al. Análise do índice de sustentabilidade empresarial – ISE: um estudo exploratório. Connexio: Revista Científica da Escola de Gestão e Negócio, Rio Grande do Norte, 2014.

SOUSA, F. S.; VIVAN, A. Retorno exuberante do ISE em relação ao CAPM. In: Encontro Internacional sobre Gestão Empresarial e Meio Ambiente, 17, 2014, São Paulo. Anais ... São Paulo: ENGEMA, 2014.

SOUSA, F. S.; ZUCCO, A. Índice de sustentabilidade empresarial (ISE) e geração de valor para os investidores. In: SemeAd - Seminário em Administração, 18, 2015, São Paulo. Anais ... São Paulo: FEA-USP, 2015.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.